sábado, 28 de dezembro de 2013

Sagrada Família, Jesus Maria e José

Consideremos que a Sagrada Família não foi isenta de muitos dos dramas que qualquer família enfrenta. Mais
do que simplesmente idealizar a vida de Jesus, Maria e José, a festa do Natal nos leva a fazer uma reflexão sincera sobre a família.


A primeira leitura nos ensina a viver o respeito aos pais: “Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados; evita cometê-los e será ouvido na oração quotidiana. Quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros. Meu filho, ampara o teu pai na velhice e não lhe causes desgosto enquanto ele vive. Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura ser compreensivo para com ele; não o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida” (Eclo 3,4-5.14-15). Hoje vemos o egoísmo invadir as relações. Os mais velhos, bem considerados por sua sabedoria nas sociedades orientais, são vistos no Ocidente, em muitos casos, como pesos, como pedras que precisam ser jogadas fora. A Palavra de Deus exorta aos filhos, para que respeitem e cuidem de seus pais, independente de qualquer coisa.

A segunda leitura nos fala de “esposas solícitas” e de maridos convidados a “amar suas esposas” (cf. Cl 3,18-19). As relações homem-mulher não podem ser baseadas na submissão, quando um dos cônjuges sofre calado as arbitrariedades do parceiro. Também se mostra ultrapassado o conceito de complementariedade. Devem ser construídas na reciprocidade: diálogo e compreensão da individualidade de cada um; contribuição mútua para a felicidade de ambos.

O Evangelho nos fala da conhecida fuga no Egito. Os pais de Jesus, que já haviam enfrentado tantos dramas para ter o seu filho, devem agora abandonar às pressas a cidade de Belém e fugir do rei Herodes. Este fato revela que o projeto de Deus se realiza na luta contra o mal: o mal sempre é uma presença marcante, e nós sofreremos as suas consequências, como a família do Menino Deus. Certamente, em nossa vida há muitos casos em que o mal parece reinar. Então resta-nos confiar, não sem a luta, tendo a certeza de que Deus conduz a história mesmo diante dos limites do pecado que leva ao ódio e à morte.

Pe Roberto Nentwig

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

"Oh Jesus, ensina-me a viver o Natal espalhando Teu amor em todos os lugares onde eu estiver. Amém"



domingo, 8 de dezembro de 2013

Café com Maria - 2013

E hoje (08) pela manhã aconteceu mais um Café com Maria, repleta de vontade de alegria a manhã tratou-se de um grande encontro de caridade e obras; que a fé que professamos sempre nos fortaleça para grandes feitos.
E lembrem, mais tarde têm o cordão de isolamento nos esperando na procissão!

Feliz dia, Nossa Senhora da Conceição!



CLIQUE AQUI para ter acesso as fotos de hoje!
Em breve o CLIQUE CRISTÃO e o BLOG DA PASCOM também estarão postando seus cliques :))

terça-feira, 26 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Encontrão 2013 - 24.11

E hoje brindamos o primeiro ano de encontros, esses que preenchem quinzenalmente nossos domingos: é gente, já foi um ano!
O tema de hoje “Ser Igreja”, tão bem falado e sentido por João Alfredo e Vico da Vigília Peregrina, nos convida a pensar sobre nossa responsabilidade na formação para o Sacramento do Crisma e de nossas atitudes para além das reuniões: e você, o que quer fazer?
Nosso coração se alegra pela presença, pelos sorrisos, pelo vivido e também já sente saudade dos encontros em sala que só retornam agora em março de 2014!
Mas não esqueçam, temos encontros marcados: Festa da Padroeira, com convite especial para a missa do dia 03/11; o café com Maria; a missa da juventude aos sábados; e a confraternização de seu grupo; aguardamos todos!
Ah, aguardamos também as fichas de confirmação preenchidas e com o nome dos padrinhos!

Clique NESTE LINK para acessar as fotos de hoje!


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Programação da Festa da Padroeira 2013


Festa da Padroeira 2013
Nossa Senhora da Conceição

Programação

1º Dia: 29/11 – Sexta-feira
Tema: Maria, Serva do Senhor!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Luiz Fernandes (Sagrado Coração de Jesus - Catolé)
Atração Cultural: Adjelson Cavalcante e Clécio Ramos


2º Dia: 30/11 – Sábado
Tema: Maria, plena de Deus, cheia do Espírito Santo!
8h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Hebert Pereira Guedes (Monteiro)
Atração Cultural: Los Paineiros


3º Dia: 01/12 – Domingo
Tema: Maria, Mãe e intercessora dos necessitados!
10h – Missa – Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFM,Cap
17h – Missa – Mons. Antônio Apolinário Batista (Catedral)
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. João Afonso da Silva (Alagoa Nova/PB)
Atração Cultural: Capilé e Banda


4º Dia: 02/12 – Segunda-feira – 6º Aniversário de Dedicação da Catedral
Tema: Maria, mulher da obediência à Palavra!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Haroldo Andrade Silva (Sumé/PB)
Atração Cultural: Antônio Dean e violão


5º Dia: 03/12 – Terça-feira
Tema: Maria, Mãe que ensina a seguir o Mestre!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. José Vanildo de Medeiros (São Cristovão – Centenário)
Atração Cultural: Janine e Banda


6º Dia: 04/12 – Quarta-feira
Tema: Maria, exemplo de missionária!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Romualdo Vieira de Lima (Esperança/PB)
Atração Cultural: Kátia e Gabimar


7º Dia: 05/12 – Quinta-feira
Tema: Maria, mulher de fé!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Dagnaldo Alexandre de Oliveira, SCJ (São José – José Pinheiro)
Atração Cultural: Eloisa Olinto


8º Dia: 06/12 – Sexta-feira
Tema: Maria, Mãe que nos traz o Cristo Eucarístico!
12h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Adeildo da Silva Ferreira (Pascom Diocesana e Sagrada Família – Rocha Cavalcante)
Atração Cultural: Sussa de Monteiro


9º Dia: 07/12 – Sábado
Tema: Maria, mulher que caminha na fidelidade e oração!
8h – Ofício de Nossa Senhora
19h30 – Novena e Missa
Celebrante: Pe. Raniery Alves dos Santos (Santuário da Divina Misericórdia)
Atração Cultural: Anjos Dourados


Dia: 08/12 – Domingo – FESTA SOLENE
Tema: Com Maria, somos discípulos e missionários de Jesus!
07h – Missa da Alvorada
Celebrante: Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes
08h – 13º Café com Maria
10h – Missa Solene
Celebrante: Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFM,Cap
15h – Ofício da Imaculada Conceição
16h – Procissão saindo da Catedral para o Parque do Povo
17h – Missa do Parque do Povo
Celebrante: Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFM,Cap




Sejamos Solidários!
Projeto Solidariedade e Partilha: 6ºANO
Campanha do Alimento  2013
"Dai-lhes vós mesmos de comer"   (Mt 14, 16)
De 10 de novembro a 15 de dezembro


(Entregar os alimentos na Secretaria da Catedral)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Quando falo com Deus...


... digo tantas coisas, tanto pecado, chego a pensar que a cruz pesa um pouco mais e quase sempre  tenho comigo, que meus pecados são menores, em detrimento aos do próximo. Outras vezes, tenho a ideia que eu nem peco, apenas acho que o próximo peca e ai faz pensar, que meu coração está sempre certo. 
As vezes digo-Lhe que minha vida anda tão sofrida, tem muitos obstáculos, sou capaz de dizer que to largando de tudo, não aguento mais, que Ele desistiu de mim e cobro explicações "por que só acontece comigo?!", que na covardia do egoísmo nato, fecho os olhos, para o sofrer de quem está ao meu lado e caminha comigo, e talvez precise mais do Seu auxílio, do que meu próprio umbigo.
Peço tanto, por mim, por minha saúde, pela minha dor de cabeça e minha unha encravada, por minhas vontades, pelo dinheiro que falta e meu sucesso, para me livrar do mal e do "trombadinha" que está próximo à mim... Amém. E..., quando me lembro, peço por aqueles que me pedem oração, pela minha família e minha casa, pelos parentes distantes - que eles continuem bem distantes, pelos amigos, por aquela pessoa que precisa tanto, coitada!
Ainda encerro dizendo: "Que seja feita a vossa vontade. Amém!" Mas quando o meu coração fala com Deus, ah meu irmão, ele fala tanta coisa, que até sou capaz de lhe dizer, que Deus fala comigo, e #rolaLindo aquele papo cabeça. Ele pergunta como está minha vida, meus afazeres, me trata como filho, diz que me ama, abraça e acalenta, e diz que tudo irá passar, pois a vitória está no Seu Filho.
O coração aproveita o ensejo e pede perdão por todos pecados que cometeu e que irá cometer, pelo julgamento insaciável, que não é digno e nem habitável para Realeza de Deus, mas que por hoje, e por toda vida, apesar das impurezas, esse coração pede morada e anseia por Sua presença.
Suplica graça e amparo especial, a todos que ama, pelos que rogam a cura, certeza, alegria e fé. Pede também que um dia, ele possa ser semelhante ao Seu, e que se torne puro e seja recheado tão somente de bons sentimentos.
E não sendo merecedor de nada, por ser terra impura, o coração "atrevido" agradece, pela misericórdia infinita, pelo cansaço e tribulações, por Tê-lo em sua vida, pelo ontem, hoje e amanhã, por ter uma Mãe como a Virgem Maria, pelo anjo da guarda, pela saúde sua e da família, pelos bons e queridos amigos.
Quando "tum-tum" é mais forte, ainda fala que é Ele, a Luz do seu caminho e em Seus braços é o verdadeiro descanso, que sua morada é o Sagrado Coração e o alimento é a Eucaristia, e que não existe vida sem a Sua Vida. Além disso, o coração pede que o alimente com uma "overdose" extra de fé, serviço e obediência. E por fim, agradece por ser apenas Deus.


Thiago Kramer

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Papa Francisco nos ensina sobre esta realidade: Deus nos surpreende!

Em homilia na Eucaristia celebradada na Jornada Mariana, Papa Francisco nos fala sobre a realidade da ação divina: Deus sempre nos surpreende. O Santo Padre presidiu a Santa Missa na Jornada Mariana por ocasião do Ano da Fé. A celebração eucarística aconteceu na Praça São Pedro, no Estado do Vaticano, no dia 13 de outubro de 2013. Nesta celebração, o Pontífice nos convidou a refletir, olhando para a Virgem Maria à luz da Palavra de Deus, sobre a realidade das surpresas de Deus em nossas vidas.
Papa Francisco ensina que Deus nos surpreende, como fez com Naamã, que queria ser curado da lepra. Eliseu nem mesmo o recebe, mas pede apenas que digam ao chefe do exército do rei da Síria mergulhe nas águas do rio Jordão. A exigência deixa Naamã perplexo, surpreso, pois pensava que o Profeta viria em pessoa, invocaria Deus, imporia as mãos sobre o lugar infectado e curaria sua lepra. “A vontade primeira dele é retornar ao País, mas depois decide-se a fazê-lo, mergulha no Jordão e imediatamente fica curado (cf. 2 Rs 5, 1-14)”. Deus sempre nos surpreende! Na pobreza, na fraqueza, na humildade que Deus se manifesta e nos dá o seu amor que nos salva, cura, dá força. Ele “pede somente que sigamos a sua palavra e tenhamos confiança n’Ele”.
A experiência da Virgem Maria é semelhante a de Naamã: “perante o anúncio do Anjo, não esconde a sua admiração”. Nossa Senhora fica admirada ao saber que Deus, para Se fazer homem, escolheu ela, jovem simples de Nazaré, que não viveu nos palácios do poder e da riqueza, que não realizou feitos extraordinários. Porém, Maria “está disponível a Deus, sabe confiar n’Ele, mesmo não entendendo tudo”. Confiando na mensagem do Anjo, Nossa Senhora se põe a serviço: “Eis a serva do Senhor, faça-se em Mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38).
Na Anunciação, a Virgem de Nazaré foi surpreendida pela revelação do desígnio de Deus para ela: ser mãe de Jesus Cristo, Filho do Altíssimo (cf. Lc 1, 32). Maria estava prometida em casamento a José (cf. Lc 1, 27), por isso o anúncio do Anjo colocou em crise os seus planos. Como aconteceu com Naamã e com Maria, Deus nos surpreende sempre, “rompe os nossos esquemas, põe em crise os nossos projetos, e diz-nos: confia em Mim, não tenhas medo, deixa-te surpreender, sai de ti mesmo e Me segue!”
O Santo Padre, Papa Francisco, pede que “nos perguntemos, todos, se temos medo daquilo que Deus me poderá pedir ou está pedindo. Deixo-me surpreender por Deus, como fez Maria, ou me fecho nas minhas seguranças, seguranças materiais, seguranças intelectuais, seguranças ideológicas, seguranças dos meus projetos? Deixo verdadeiramente Deus entrar na minha vida? Como Lhe respondo?” Estas questões nos ajudam a refletir sobre as atitudes diante das surpresas de Deus em nossas vidas. Deixemo-nos surpreender por Deus, pela sua vontade, que se manifesta na pobreza, na fraqueza, na humildade, dando-nos o Seu amor que salva, cura, dá força. O Senhor pede apenas que sejamos obedientes a Sua Palavra e tenhamos confiança n’Ele. Por isso, ainda que como Maria e Naamã não entendamos tudo que está para acontecer, confiemos a Deus nossos projetos, nossas vidas, e abramos o coração para as surpresas de Deus!

Fonte: Todo de Maria

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

JICCA 2013 - 2º DIA

E neste domingo, encerramos o nosso JICCA 2013 e estamos felizes com os exemplos de alegria e unidade!
Segue abaixo o quadro de medalhas e basta clicar para ter acesso as fotos do segundo dia!


sábado, 19 de outubro de 2013

JICCA 2013 - 1º DIA

E hoje também foi dia de encontro, de alegria. Inciaram os Jogos Internos da Crisma Catedral (JICCA) da caminhada 2013/2014; das 13h as 19h estivemos reunidos na quadra do Colégio Panorama para o primeiro dia dos jogos com as modalidades XADREZ E VÔLEI.
O dia foi regado de oração e divertimento.
Lembramos aos crimandos que amanhã (de 8h ás 17h) teremos o nosso segundo dia de JICCA, e não haverá pausa para o almoço, portanto levem seus lanches e visitem muito nosso cantinho do lanche do JICCA, docinhos, salgadinhos e mais delícias!

Ah, as modalidades de amanhã são: DAMA, BALEADA, FUTSAL e DOMINÓ.

Clique CLIQUE AQUI para ver as fotos de hoje! 
Amanhã tem mais!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Carne às Sextas-feiras: Posso comer?


Identidade católica: Peixe às sextas-feiras, abstinência de carnes vermelhas.
Identidade católica: Peixe às sextas-feiras, abstinência de carnes vermelhas.

A maior parte dos Católicos acredita que o concílio Vaticano II aboliu o requerimento para a abstenção de carne à sextas-feira. A maioria acredita que essa ordenança seja válida apenas para a sexta-feira Santa ou Boa sexta-feira, bem como na quarta-feira de cinza, quando de fato, somos instruídos a praticar a abstinência de carne.

Eis o que o Código de 1983 de estados de Lei de Cânone:

Canon 1250. Os dias e os tempos da penitência da igreja universal são cada sexta-feira do ano inteiro e a estação da Quaresma.
Canon 1251. A abstinência da carne, ou de um pouco de outra comida como determinado pela Conferência episcopal, deve observar-se em todas as sextas-feiras, a menos que uma solenidade deva cair em uma sexta-feira. A abstinência e o jejum devem observar-se sobre a Cinza na quarta-feira e Boa sexta-feira.
Canon 1253. A Conferência episcopal pode determinar mais determinados caminhos dos quais jejuar e abstinência deve observar-se. No lugar de abstinência ou jejum dele pode substituir, no total ou em parte, outras formas da penitência, especialmente trabalhos da caridade e exercícios da piedade.
O jejum às sextas-feiras implica a abstinência de produtos de carne ou carne (isto é, animais quadrúpedes),aves domésticas e no caso dos ortodoxos, os produtos de leite (embora permitam o peixe). 
Portanto, a Lei Canônica ainda requer que todo católico abstenha-se de carne às sextas-feiras! Entretanto, como visto acima,  algumas Conferencias Episcopais permitem que, ao invés da abstinência de carne, o católico possa escolher oferecer um ato de penitência de sua preferência. Entretanto, quem lembra-se de oferecer outra penitência às sextas ao invés de abster-se de carne?
De qualquer modo, a ordenança ainda existe e continua mais válida do que nunca! Por esse motivo, alguns países discutem se tal determinação deve ser reforçada devido aos seus evidentes benefícios:
  • como expressão externa de catolicidade; e
  • em expiação a graves pecados do mundo moderno, como por exemplo, o aborto.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A importância de Maria


Blog de catolicismosemsegredo :Catolicismo sem Segredo, A IMPORTÂNCIA DE NOSSA SENHORA PARA O CRISTIANISMO
    Sabemos muito bem a importância que Maria tem para o Cristianismo.Foi pelo sim dela que Jesus Cristo veio ao mundo.Um cristão que não tem Maria por mãe não é convicto na fé que tem.Se não me falha a memória,São Luis de Monfort costumava dizer:´´Deus juntou as águas dos oceanos e chamou de mar,e juntou todas as graças e chamou de Maria.``Esse carinho que temos pela Mãe de Deus não é idolatria coisa nenhuma.
   É até uma injustiça não reconhecer o papel importante de Nossa Senhora para que a nossa Salvação que é Jesus Cristo viesse ao mundo. Devemos adorar somente Cristo,e nós católicos fazemos isso, mas Cristo não quer ver ninguém com ingratidão, e devemos agradecer Nossa Senhora por seu sim:´´Sim Senhor,faça-se criança em mim,pois eis aqui sua serva``, ´´Sim Senhor,eu digo sim para que o Senhor entre nesse mundo , para derrubar os poderosos de seus tronos e elevar os humildes``, como Nossa Senhora nos mostra no Magnificat, lá no início do Evangelho de São Lucas.
   Agora um detalhe,se a Bíblia que é a Palavra de Deus estiver sendo para você causa de separatismos ou rivalidades,tem algo de errado, pois a Palavra de Deus é libertadora, e não escravocrata.
  Portanto,nesse mês de maio,mês do dia das mães, vamos agradecer Nossa Senhora, que com o seu sim ao projeto de Deus, para se fazer humano e habitar entre nós, Maria acabou nos tomando por filhos adotivos, a Mãe não só de Cristo,mas de todos os cristãos. Fiquem com Deus caros amigos e que Nossa Senhora os abençoe diante de Cristo, pois Ela intercede por você diante do trono do filho Dela, Jesus.
                                      Pax et bonum!

Encontrão Pentecostes

Já estão disponíveis as fotos do nosso encontrão de Pentecostes!



segunda-feira, 20 de maio de 2013

O valor da Ave-Maria e do Terço

Grandes santos da Igreja rezaram, ensinaram e incentivaram a Ave-Maria, o Terço e outras orações marianas como meio de santificação.


São Luís Maria Grignion de Montfort, no livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, nos fala da oração da “Ave-Maria” e sobre a oração do Terço e do Rosário. O Santo nos fala da importância dessas orações na vida dos consagrados a Nossa Senhora e na vida de todos os fiéis. Monfort diz que poucos cristãos conhecem “o valor, o mérito, a excelência e a necessidade desta oração” (TVD 249). Por isso, nos aprofundemos nos seus ensinamentos sobre essas orações marianas, que santificaram e continuam a santificar muitos fiéis da Igreja em nossos dias.
Para que compreendêssemos a grandeza da Ave-Maria, também conhecida como Saudação Angélica, “foi preciso que a própria Virgem Maria aparecesse várias vezes a grandes santos muito esclarecidos, como São Domingos, São João Capistrano, o bem-aventurado Alano da Rocha, para lhes mostrar o mérito desta oração. Estes compuseram grossos volumes sobre as maravilhas da sua eficácia na conversão das almas” (TVD 249).
Estes homens de Deus publicaram e pregaram que, tendo a salvação do mundo começando pela Ave-Maria, a salvação de cada alma em particular está ligada a esta oração. A Ave-Maria, rezada com devoção, faz germinar nas nossas almas a Palavra de Deus, e faz brotar o fruto de vida, que é Jesus Cristo. Estes disseram ainda que a Ave-Maria é um celeste orvalho que rega a Terra, isto é, a alma, para lhe fazer produzir fruto a seu tempo. Porém, “a alma que não for regada por esta oração ou orvalho celeste não dará fruto, mas apenas sarças e espinhos, não estando longe de ser amaldiçoada” (TVD 249).
O Santo de Montfort diz que a Santíssima Virgem revelou ao Bem-aventurado Alano da Rocha, conforme o seu livro “De dignitate Rosarii”, o seguinte: “Fica sabendo, meu filho, e fá-lo saber a todos, que um sinal provável e próximo de condenação eterna é ter aversão, tibieza e negligência em rezar a Saudação Angélica, que salvou todo o mundo” (TVD 250). Estas palavras são consoladoras, mas ao mesmo tempo terríveis. Dificilmente acreditaríamos nelas se não tivéssemos esse santo por garantia, bem como São Domingos, além de muitos outros grandes homens na história da Igreja.
São Luís dirige lindíssimas palavras àqueles que se consagram a Nossa Senhora: “Almas predestinadas, escravas de Jesus em Maria, ficai sabendo que a Ave-Maria é a mais bela de todas as orações, depois do Pai-Nosso. É a saudação mais perfeita que podemos dirigir a Maria, porque é a que o Altíssimo lhe transmitiu por um Arcanjo, a fim de lhe ganhar o Coração” (TVD 252). Esta oração foi tão poderosa, pelos seus encantos secretos, que Maria disse sim à Encarnação do Verbo, apesar da sua profunda humildade. Em vista da grandeza desta oração, será também por meio dela que lhe ganharemos o Coração da Virgem, se a rezarmos bem.
São Luís Maria ensina que “a Ave-Maria bem rezada, isto é, rezada com atenção, devoção e modéstia, segundo os santos, é a adversária que põe o demônio em fuga e o martelo que o esmaga; é a santificação da alma, a alegria dos anjos, a melodia dos predestinados, o cântico do Novo Testamento, o gozo de Maria e a glória da Santíssima Trindade” (TV D 253). Os santos dizem que a oração da Ave-Maria é um orvalho do Céu, que torna a alma fecunda, é um beijo puro e amoroso que damos a Nossa Senhora, é uma rosa vermelha que apresentamos a ela, uma pérola preciosa que lhe oferecemos.
Montfort nos diz para não nos contentar com rezar a coroinha de Nossa Senhora, mas pede que rezemos Terço todos os dias, e se tivermos tempo, que rezemos o Rosário quotidiano. Depois deste pedido, o Santo nos faz uma promessa: “Se o fizeres, bendirás na hora da morte o dia e o momento em que me acreditaste. Depois de teres semeado nas bênçãos de Jesus e Maria, recolherás bênçãos eternas no Céu: “Aquele que semeia nas bênçãos, bênçãos recolherá também” (2 Cor 9, 6)” (TVD 254). Acreditemos neste grande santo, mas também em tantos outros, como o saudoso Papa João Paulo II, que rezaram e incentivaram as orações dirigidas a Virgem Maria. Rezemos a Ave-Maria, a Coroinha de Nossa Senhora, o Terço e o Rosário e ofereçamos essas orações a Santíssima Virgem, pela salvação das almas e para a maior glória da Santíssima Trindade.

Fonte: Todo de Maria - Blog da Canção Nova

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Catequese QUIETISTA, nos novos tempos... Vamos transformar, trabalhando!

"O otimismo é uma questão mais psicológica, uma posição perante a vida. Algumas pessoas vêem sempre o copo meio cheio, e outras, ao contrário, meio vazio. A esperança tem algo de passivo em sua base porque é um dom de Deus. Não se pode adquirir a virtude da esperança por si mesmo, ela tem que ser dada pelo Senhor. Algo diferente é como cada um a utiliza, como a administra, como a assume. Em nossa concepção, a esperança é uma das três virtudes teologais, junto com a fé e a caridade. Costumamos dar mais importância à fé e à caridade. Entretanto, é a esperança que nos estrutura todo o caminho. O perigo é se encantar com a trilha e perder de vista a meta, e outro perigo é o quietismo: ficar olhando o objetivo e não fazer nada no caminho. O cristianismo teve épocas de fortes movimentos quietistas, que iam contra o preceito de Deus, que diz que se deve transformar a terra, trabalhar." 
( do livro Sobre o céu e a terra - Jorge Bergoglio e Abraham Skorka- Paulinas)

Lendo essas palavras de BERGOGLIO, quando ele era ainda arcebispo de Buenos Aires, pus-me a pensar em nossa catequese, nas mais diferentes realidades espalhadas por esse Brasil, e porque não dizer, por esse mundo. 
Como catequista atuante  na minha paróquia e  também através do blog e  redes sociais,  estou ciente da realidade da catequese,  de nossas famílias,  a maioria com uma fé superficial, infantil, descompromissada com o Reino de Deus. Enfim, retrato daquilo que temos escutado tanto ultimamente, famílias batizadas, não evangelizadas, não iniciadas devidamente na fé. E nós catequistas, em nosso fazer catequético, por mais que tentemos ser criativos, ousados, parece que estamos dando braçadas contra a maré. 
“Algumas pessoas vêem sempre o copo meio cheio, e outras, ao contrário, meio vazio”. Amei isso, e posso dizer com certeza, que mesmo diante da real situação, quando o assunto é a evangelização(nova)/catequese/IVC, estou no grupo dos que veêm o copo meio cheio. Por outro lado, em muitos lugares, o que vemos, são catequistas desanimados, enfraquecidos,  desmotivados...
Sendo a esperança um dom de Deus, quando fomos escolhidos para essa missão, fomos agraciados por ele. O catequista vocacionado, jamais deve perder a esperança de transformar uma sociedade, através de um trabalho pensado, renovado, organizado, ousado. Talvez, o que nos falta, é sermos bons administradores dessa esperança. “Algo diferente é como cada um a utiliza, como a administra, como a assume”. 
ASSUMIR, esta é a palavra de ordem para cada um de nós. Olhar pra frente e conseguir enxergar, mesmo que distante, um novo horizonte. Não basta só enxergar, é preciso colocar-se à caminho. “É a esperança que nos estrutura todo o caminho.” 
“O perigo é se encantar com a trilha e perder de vista a meta, e outro perigo é o quietismo: ficar olhando o objetivo e não fazer nada no caminho.” Nossa meta, nosso objetivo na catequese: FORMAR CRISTÃOS. 
“O preceito de Deus, que diz que se deve transformar a terra, trabalhar." Sendo assim, ficar de braços cruzados, numa catequese QUIETISTA, está contra o preceito e Deus: TRANSFORMAR, TRABALHANDO. Lembre-se, a esperança é o que nos move.
QUIETISMO nos novos tempos, infelizmente, ainda é o câncer em muitas dioceses, paróquias, bispos, párocos, catequistas, agentes de pastorais.

Imaculada Cintra 
Catequista 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

III Momento da Juventude EJC Catedral 2012


Além de ser sempre um momento de muita reflexão e luz, que nos ajuda a recarregar um pouco as baterias, ainda vai ajudar a Casa da Criança João Moura, que passou recentemente por problemas e está precisando muito de doações.
Uma pena o evento ser no horário da reunião da nossa Crisma, mas quem poder ir após a reunião não perca este oportunidade de viver um lindo momento e de ajudar a quem precisa.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A fé da Virgem Maria

O exemplo de fé da Santíssima Virgem Maria, que faz parte da vida da Igreja de todos os tempos, ilumina hoje a nossa caminhada na fé.

A experiência de fé da Virgem Maria nos foi transmitida pela Palavra de Deus e pela Tradição da Igreja. O Papa Emérito Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, nos apresenta o exemplo de fé de Nossa Senhora de forma extraordinária. Mas, os santos também nos transmitiram a sua experiência com a fé da Mãe de Deus e da Igreja. Santo Afonso Maria de Ligório expressa a fé de Maria com profundidade, em seu livro “As glórias de Maria”, de forma belíssima. São Luís Maria Grignion de Montfort, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, nos mostra como participar da fé de Nossa Senhora.

Bento XVI diz que pela fé, a Virgem Maria acolheu o anúncio do Anjo e acreditou que seria Mãe de Jesus Cristo, Filho de Deus (cf. Lc 1, 38). Na visita a sua prima Isabel, Maria elevou o seu cântico de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizava a quantos a Ele se confiavam (cf. Lc 1, 46-55). Com alegria e temor, deu à luz o seu Filho unigênito, mantendo-se virgem (cf. Lc 2, 6-7). Confiando em José, seu esposo, Nossa Senhora levou Jesus para o Egito a fim de salvá-lo da perseguição do rei Herodes (cf. Mt 2, 13-15). “Com a mesma fé, seguiu o Senhor na sua pregação e permaneceu a seu lado mesmo no Gólgota (cf. Jo 19, 25-27). Com fé, Maria saboreou os frutos da ressurreição de Jesus e, conservando no coração a memória de tudo (cf. Lc 2, 19.51), transmitiu-a aos Doze reunidos com Ela no Cenáculo para receberem o Espírito Santo (cf. At 1, 14; 2, 1-4)” (PF 13).

Santo Afonso Maria disse que “a fé de Maria excede a de todos os homens e a de todos os Anjos. Em Belém, viu seu Filho no estábulo, e acreditou n’Ele como criador do mundo”. Nossa Senhora viu Jesus fugir de Herodes e nunca duvidou que Ele é o Rei dos reis. Maria viu o Filho de Deus nascer e acreditou que é o Eterno. Ela viu Cristo pobre, sem ter onde reclinar sua cabeça (cf. Mt 8, 20b), e acreditou n’Ele como Senhor do Universo. A Virgem viu o Menino Deus reclinado nas palhas e adorou-O como Onipotente. A Mãe de Deus viu o Jesus recém-nascido, sem pronunciar palavra alguma, e acreditou que Ele era a Sabedoria Eterna. Ela ouviu o Menino Jesus chorar e reconheceu-O como a Alegria do Paraíso. Nossa Senhora viu Jesus Cristo morrendo, exposto a todos os insultos, pregado na cruz e, embora a fé de todos vacilasse, ela perseverou na fé inabalável de que Ele é Deus.

São Luís Maria diz que, por permissão de Deus, a Virgem Maria “não perdeu a sua fé ao entrar na glória: guardou-a a fim de conservá-la na Igreja militante para os seus mais fiéis servos e servas” (TVD 214). Pela consagração a Nossa Senhora, temos uma fé corajosa, sem indecisões, que nos fará começar e terminar grandes coisas pela causa de Deus e pela salvação das almas. Pela devoção a Santíssima Virgem, teremos uma fé reluzente, que iluminará toda a nossa vida. Esta fé será nosso tesouro escondido da divina Sabedoria, que iluminará os que estão nas trevas e sombras da morte. Esta fé abrasará os que são tíbios e precisam do ouro ardente da caridade, para dar vida aos que estão mortos pelo pecado, para tocar e prostrar, com as palavras doces e poderosas do Altíssimo, os corações mais endurecidos, para resistir ao demônio e a todos os inimigos da salvação.

O Papa Bento XVI confiou o Ano da Fé a Virgem Maria: “À Mãe de Deus, proclamada ‘feliz porque acreditou’ (cf. Lc 1, 45), confiamos este tempo de graça” (PF 15). Confiemos a ela não somente este ano, mas consagremos a ela toda a nossa vida, para participarmos da sua fé inabalável. A exemplo do saudoso Beato, Papa João Paulo II, consagremos a Virgem Maria toda a nossa vida, todo nosso apostolado, toda a nossa história, para que por ela cheguemos a Jesus Cristo e ao Reino dos Céus.

Fonte: Blog da Canção Nova

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Convite Pentecoste


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
CATEDRAL DIOCESANA
Campina Grande - PB


C O N V I T E – PENTECOSTES

Como parte de sua formação cristã, venha celebrar conosco este grande evento de nossa igreja.

DIA: 19 de maio de 2013(domingo).

HORÁRIO: Das 07:30 às 16:00 hs.

LOCALSão Vicente de Paulo (Vizinho ao SESC Açude Velho).

TRAZER: Bíblia, Merenda, Água, Alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e limpeza, fraldas geriátricas para os(as) idosos(as) que vivem no Abrigo São Vicente de Paulo.

“O Espírito Santo descerá sobre vós e dele recebereis força. Sereis, então, minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e na Samaria, e até os confins da Terra.” (At 1,8).


“ Impelidos pelo Espírito Santo, os homens falarão como porta-vozes de Deus.”  2 Pd 1,21b   


Aproveitando e disponibilizando aqui o calendário 2013.





segunda-feira, 29 de abril de 2013

O que Deus quer de mim?


O que Deus quer de nós? Esta é uma pergunta que precisamos nos fazer com o coração aberto para a vontade do Senhor.

A vocação de Jesus para nós expressa a vontade do Pai, aquilo que Deus quer para nós. Porém, o chamado de Jesus Cristo para nós pode implicar em contrariedades, sofrimentos, angústias, decepções. Pedro estava angustiado, decepcionado consigo mesmo por causa de suas fraquezas, por ter negado o Senhor por três vezes (cf. Jo 18, 17.25-27). O homem que Cristo escolheu para guiar a Igreja nascente estava sofrendo por causa das suas fraquezas, pela falta de coragem para seguir o Mestre. Talvez nos sintamos como Pedro, desanimados por causa de nossos fracassos, das nossas quedas, da nossa falta de fé. Mas, hoje o Senhor nos confirma em nossa vocação, como fez com o Apóstolo: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 15-17); e depois Jesus nos diz: “Segue-me” (Jo 21, 19).
Cristo não olhou para Pedro como um homem fracassado, incapaz de realizar a missão que lhe confiara, mas o olhou como filho, que necessita de um pai para ampará-lo em seu momento de maior dificuldade. Ele o confirma em sua vocação por três vezes: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 15-17). O Senhor confirmou o chamado de Pedro por três vezes, pois este foi o número de suas negações. Hoje, o Senhor também nos confirma em nossa missão, ainda que o tenhamos negado várias vezes. Da mesma forma, por mais que negamos o Senhor, Ele sempre nos convida a retomar a missão que nos foi confiada. Jesus confirma a nossa vocação, ainda que O tenhamos traído como Judas ou negado como Pedro. Cristo se dirige a nós com as mesmas palavras: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 15-17).
Várias vezes Jesus foi criticado porque comia com os pecadores, como na casa de Mateus, que era cobrador de impostos e por isso era considerado pecador público pelos judeus (cf. Mt 9, 11). Mais uma vez, o Senhor come com eles. Porém, desta vez é Ele quem os convida: “Vinde comer” (Jo 21, 12). Desta vez não é Jesus que vai à casa dos pecadores, mas são estes que são convidados à mesa santa do Senhor! Participemos da mesa que nos é oferecida hoje no sacramento da Eucaristia. Ainda que tenhamos pecado contra Deus, Ele nos convida à reconciliação, a voltarmos à amizade com Ele. Nos reconciliemos com Deus e assumamos a nossa vocação. Jesus confiou a Pedro as suas ovelhas, lhe deu uma ordem: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 15-17). Como filhos de Deus e membros da Igreja, sejamos fiéis ao mandato do Senhor de cuidar das suas ovelhas.
Não nos enganemos achando que não temos nenhuma obrigação de cuidar das ovelhas de Jesus Cristo, pois o chamado de Deus é irrevogável. O próprio Pedro, depois do Pentecostes, diz: “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens” (At 5, 29b). Precisamos obedecer Deus antes que aos homens, mas também antes que a nós mesmos, como o Senhor disse ao Apóstolo: “Em verdade, em verdade, te digo: quando eras jovem, tu mesmo amarravas teu cinto e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te amarrará pela cintura e te levará para onde não queres ir” (Jo 21, 18). O chamado de Deus comporta a Sua vontade, que nem sempre é a dos homens e a nossa.
Na maioria das vezes, quando surgem as dificuldades, somos tentados a fazer como Pedro, que desistiu de ser pescador de homens (cf. Lc 5, 10-11) e voltou a pescar peixes (cf. Jo 21, 3). Quando isso acontecer, não tenhamos medo de voltar e recomeçar tudo de novo. Com consciência da nossa vocação, façamos como a Virgem Maria, que foi obediente à vontade do Senhor (cf. Lc 1, 38), ainda que tivesse outros planos para si (cf. Lc 1, 27). Como a Mãe do Senhor, assumamos com humildade e docilidade a missão que Ele nos confiou: “Apascenta as minhas ovelhas” (cf. Jo 21, 15-17). Depois, Jesus acrescentou: “Segue-me” (Jo 21, 19). A nossa vocação é esse caminho de seguimento do Senhor, que somos convidados a trilhar, o caminho da obediência a Sua vontade e não a dos homens (cf. At 5, 29b), nem a nossa.

Fonte: Blog da Canção Nova

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O Terço da Misericórdia

Fonte: Blog - Pais e Catequistas

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A falta de fé e a dureza do coração

Jesus Cristo, depois da ressurreição, se deparou com a falta de fé e a dureza de coração dos seus discípulos.
Depois de dois mil anos, a falta de fé e a dureza de coração ainda continua a ser uma das grandes barreiras para uma experiência com Jesus Cristo vivo e ressuscitado e para o anúncio do Evangelho. Depois da ressurreição, Jesus Cristo apareceu aos seus discípulos, mas estes não acreditaram que Ele está vivo. Desde o início, Ele se deparou com a falta de fé e a dureza de nosso coração deles. Mas, Cristo insistiu, apareceu novamente, disse aos seus discípulos e continua a nos dizer a cada um de nós: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16, 15). Porém, Jesus também disse aos seus e diz a nós que esperemos para receber a força do Espírito Santo. Pois, a Palavra de Deus se torna viva e eficaz pela ação do Espírito, que nos impele, nos conduz cada vez mais para sermos testemunhas de Jesus Cristo. Os primeiros discípulos, depois do Pentecostes (cf. At 2, 14) começaram a anunciar que Cristo está vivo e a realizar milagres e prodígios.
Jesus ressuscitou apareceu primeiro a Maria Madalena que, em obediência a Ele, foi anunciar aos discípulos que Ele está vivo, mas estes não quiseram acreditar (cf. Mc 16, 9-11). Depois, Cristo apareceu a dois deles, quando iam para o campo. Eles voltaram a anunciaram aos outros, mas também não acreditaram que Jesus havia ressuscitado (cf. Mc 16, 12-13). Na terceira vez, Jesus apareceu aos onze discípulos e chamou a atenção deles por causa da sua falta de fé e pela dureza de seu coração, pois não tinham acreditado naqueles que O tinham visto ressuscitado (cf. Mc 16, 14). Hoje, talvez a falta de fé e a dureza do coração impeçam que acreditemos em Jesus vivo em nosso meio. Pode ser também que anunciamos Jesus Cristo vivo, ressuscitado, mas estamos nos deparando com a falta de fé e com a dureza do coração daqueles que recebem o anúncio.
Essa falta de fé e essa dureza do coração pode fazer com que não acreditemos que Jesus Cristo está vivo e nos impedir de anunciar esta verdade. Pode ainda fazer com que queiramos impedir os outros de pregar o Evangelho. Foi isto que aconteceu com os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os escribas. Estes proibiram os discípulos de falar no nome de Jesus (cf. At 4, 18). Porém, movidos pelo Espírito, Pedro e João responderam: “Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus que obedeçamos a vós e não a Deus! Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos” (cf. At 4, 19-20). Como os discípulos, não podemos nos calar, mas ao contrário, precisamos ser obedientes a Jesus e anunciar o Evangelho a toda criatura (cf. Mc 16, 15).
Jesus nos envia ao mundo para anunciar o Evangelho, mas antes, Ele nos pede que esperemos para receber a força do alto: “esperai a realização da promessa do Pai, da qual me ouvistes falar, quando eu disse: ‘João batizou com água; vós, porém, dentro de poucos dias sereis batizados com o Espírito Santo’” (cf. At 1, 4b-5). Sem esta força, que vem do Espírito, somos fracos na fé, duros de coração, mas depois de receber a força do Alto, falaremos com segurança, ainda que sejamos pessoas simples e sem instrução como Pedro e João (cf. At 4, 13), que eram pescadores. Ainda que este Pentecostes já tenha acontecido em nossas vidas, precisamos renová-lo a cada dia numa comunhão de vida e oração, juntamente com a Virgem Maria, Mãe de Jesus (cf. At 1, 14).
Assim, para vencermos a nossa falta de fé e a dureza de nosso coração, e anunciar o Evangelho a toda criatura, nos deixemos conduzir pelo Espírito Santo. Nos unamos em oração no cenáculo, com a Virgem Maria, para pedir um novo Pentecostes em nossas vidas. Revestidos da força do Alto, do Espírito do Pai e do Filho, anunciaremos com fé e com amor, que Jesus Cristo está vivo, na esperança de que estejamos com Ele um dia no Reino dos Céus.

Fonte: Blog Canção Nova

domingo, 14 de abril de 2013

4º. Domingo do Tempo Pascal – C

Podemos chamar este dia de domingo do Bom Pastor. O Evangelho nos remete a um dos salmos mais conhecidos, o Salmo 23: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes...” Devemos hoje contemplar e alimentar o nosso coração com esta imagem: somos pequenas ovelhinhas nas mãos do Pastor. Ele nos dá proteção e segurança.
No tempo de Jesus, no fim da tarde, os pastores reuniam as ovelhas em um local para passar a noite. De manhã, ao grito do pastor, todas as ovelhas se juntavam, seguindo uma voz de comando, uma espécie de senha que realizava de modo automático a comunhão do rebanho. É neste contexto que devemos entender as palavras do Evangelho: “As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (Jo 10, 27).
As ovelhas tem uma intimidade com o seu pastor, por isso, sua voz é ouvida e seguida. Quando duas pessoas se amam, a voz tem um poder que cria uma reação espontânea. Portanto, escutar a Palavra é algo muito mais profundo do que ler a Bíblia e entender a sua mensagem, é antes de tudo, um vínculo de amor e de seguimento.
A Palavra do Pastor é o que faz a coesão do rebanho. Aqui fica evidente o significado do termo igreja(vem de ekklesia = povo convocado). É a Palavra que convoca o Povo de Deus e é pela Palavra que somos constituímos cristãos, discípulos. Por isso, é necessária a escuta atenta à Palavra, para que o nosso coração seja fortalecido e para que saibamos quais são os caminhos que devemos andar. Além da Missa, a leitura orante da Sagrada Escritura é uma ótima oportunidade para que tenhamos intimidade com a Palavra de Deus: a melhor escuta é aquela realizada no silêncio do coração em atitude orante, na abertura do Espírito.
As ovelhas conhecem a voz do Pastor. No Evangelho de João, o verbo conhecer tem uma conotação existencial: quem conhece está em comunhão, comprometido, teve em sua vida uma mudança motivada pela fé. Portanto, escutara voz do Pastor e conhecer este mesma voz são duas ações que se complementam. O que o Bom Pastor nos pede hoje?
As ovelhas são um povo perseguido, a sua marca é a fidelidade mesmo diante das perseguições. Na 1ª Leitura, Paulo e Barnabé foram para Antioquia da Pisídia e começaram a evangelizar. Como os judeus, na sua maioria, não quiseram dar ouvidos à Boa Nova, os apóstolos começaram a pregar para os gentios. Foram expulsos da região dos judeus, mas continuaram a missão, não se deixaram esmorecer. Na 2ª Leitura, vemos uma multidão que alvejou as suas vestes no sangue do Cordeiro. Trata-se da Igreja perseguida por Domiciano, imperador romano. Esta multidão com vestes de sangue representam também todos os cristãos que deram a sua vida em nome do Senhor ou que sentiram as dores que advém da opção pela proposta de Jesus.
Diante das ameaças, o Senhor não nos abandona, pois prometeu que estaria conosco: “E Deus enxugará as lágrimas de seus olhos” (Ap 7,17).  O Bom Pastor não nos deixará sucumbir em meio a dor. Devemos seguir o caminho, mesmo que por vezes, vivamos em um vale de lágrimas, como se reza na Salve Rainha. Deus enxuga cada lágrima, ele se preocupa com a nossa dor, com a nossa tristeza, com a perseguição de suas ovelhas. Recebamos o consolo do Pastor que nos abraça.

Pe Roberto Nentwig


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Orar + Ação




Aqui estamos nós, em meados de Abril. O ano está passando rápido, não é? Começamos 2013 com tantas ideias, metas, propostas... desafios que tivemos ou temos que enfrentar. Quantos desses desafios nós estamos conseguindo vencer? E quantas dessas metas estamos conseguindo cumprir? Aliás, alguma dessas metas envolvia aproximar-se mais de Deus? Deixar Ele fazer parte da nossa vida e das nossas decisões? Talvez até já tenhamos pedido muito a ajuda Dele até agora, mas será que deixamos ele nos guiar ou continuamos no egoísmo de apenas pedir a "resposta mágica para os problemas" e deixamos de aprender o que espírito de Deus tem para nos ensinar?

Muitas vezes nós enchemos a boca para dizer que "Deus faz parte da minha vida" ou "Deus está comigo", e, claro, Deus nunca nos deixa de lado, mas muitas vezes Ele continua deixado num canto, na reserva, esperando a hora de ser convidado para entrar em nossas vidas. De que vale uma boca cheia com um coração vazio? O Senhor não é mal educado. Ele não invade a nossa casa e nem derruba portas ou quebra janelas. Ele espera o nosso convite. Ele fará sim parte das nossas vidas, na medida em que nós o convidamos para entrar.

Ter fé não é tão fácil. Poucos são aqueles que verdadeiramente entendem e vivem a fé. E a fé depende, tanto daquilo em que você acredita, como daquilo que você faz: ORAR + AÇÃO = ORAÇÃO. Talvez nunca tenhamos atentado para o significado dessas palavras. Uma oração não é composta apenas pelo "falar", é a união do "falar" e do "agir". Se você ora para que sua vida melhore, mas continua cometendo os mesmos erros, sua oração não estará completa. Se você pede a Deus pelo seu sucesso, mas cultiva sentimentos ruins em seu coração, sua oração não estará completa. Se você pede pela proteção da sua família mas prejudica a vida e a felicidade alheia, sua oração não estará completa.

Orar não é apenas repetir palavras ou gestos (como muitas vezes acabamos fazendo). É acreditar e viver aquilo que se diz. Na oração do pai nosso nós dizemos "Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido". Quantas vezes nós não repetimos essa oração sem jamais perdoar nenhuma ofensa alheia? Aliás, quantas e quantas vezes nos deixamos ofender por coisas tão pequenas! E até deixamos de falar com alguém por alguma mágoa, rancor... e ainda assim, continuamos dizendo "perdoai... assim como nós perdoamos...". Tem alguma coisa errada aí, não é?



É lindo ouvir da boca de um cristão: Deus é amor. Mas quanto desse amor nós conhecemos e vivenciamos? Até que ponto eu realmente SEI que Deus é amor? Será que eu estou apenas repetindo o que ouvi na igreja, na homilia? Ou será que eu realmente já me deixei experimentar esse amor? Mais uma vez, entramos no ciclo "orar + ação", em que não adianta só repetir o que aprendemos da crisma, na missa, no grupo de oração, temos também que viver tudo aquilo.

Acreditem, quando mais se vive aquilo que se proclama, mais lindas serão suas palavras. As orações mais lindas são aquelas em que o orador se deixa guiar pelo Espírito Santo, e para que isso aconteça, o mesmo orador precisa se deixar usar por esse espírito. Precisa agir, fazer sua parte e ser morada de Deus.

Ainda estamos em abril. Ainda temos tempo de transformar nosso mês, nosso ano e nossa vida. Coloquemos um pouco mais de "ação" no nosso "orar" e deixemos que o espírito de Deus tome conta da nossa vida. Sejamos como Maria, nossa mãe e exemplo maior de oração e ação. Vamos tentar fazer parte, ativamente, dos planos do senhor. As ações não são tão complicadas (é só fazer o bem e ouvir a voz do nosso anjo), e as consequências são as melhores possíveis.