terça-feira, 2 de março de 2010

DOUTORES DA BRINCADEIRA ABREM INSCRIÇÕES PARA NOVOS VOLUNTÁRIOS

Serão abertas nos dias 4 e 5 de março as inscrições para novos voluntários do Projeto Doutores da Brincadeira, realizado pelo Grupo de Trabalho de HUmanizAção (GTH), do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).


Os interessados em participar do projeto devem se inscrever, das 9h às 12h30, na sala do GTH, localizada próprio Hospital Universitário, no bairro do São José. Os candidatos devem se apresentar munidos de cópia da identidade, duas fotos 3x4 e pagar uma taxa R$ 15, para confecção da farda e material didático.

Podem participar do projeto qualquer pessoa acima de 16 anos e que esteja interessada em investir seu tempo, trabalho e talento na busca de ajudar e melhorar a qualidade de vida do próximo. Os selecionados participarão de um treinamento no dia 27 de março e já começarão as atividades no dia 1º de abril, prosseguindo até o dia 30 de junho.

Ao final do projeto, o colaborador receberá uma declaração de participação que poderá ser acrescentada ao currículo profissional.

UMA DÉCADA DE VOLUNTARIADO

Criado em 1999, o projeto Doutores da Brincadeira forma a cada ano, quatro turmas de voluntários, responsáveis pelo funcionamento da Brinquedoteca da Pediatria. Através de brincadeiras e músicas, os voluntários proporcionam aos pacientes internados, momentos de alegria e diversão. Em dez anos de atividades, já passaram pelo projeto mais de mil voluntários e foram realizados mais de 100 mil “atendimentos”.

O Evangelho segundo São Lucas

A Igreja estabeleceu, para o Rito romano, uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades. As leituras desses dias são divididas em ano A, B e C. No ano A lêem-se as leituras do Evangelho de São Mateus; no ano B, o de São Marcos e no ano C, o de São Lucas. Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades.

Cada ano tem uma sequência de leituras próprias, ou seja, leituras para o ano A, ano B e para o ano C. Para saber de que ciclo é um determinado ano, parte-se deste princípio: o ano que é múltiplo de 3 é do ciclo C.

Para saber se um número é múltiplo de 3, basta somar todos os algarismos, e se o resultado for múltiplo de 3, o número também o é.

Exemplo:

  • 1998 é 1+9+9+8 = 27 (é múltiplo de três) logo é ano C
  • 1999 é 1 + 9 + 9 + 9 = 28 (27+1) = ano A
  • 2000 é 2+0+0+0 = 2 = ano B
  • 2001 é 2+0+0+1 = 3 = ano C
  • 2002 é 2+0+0+2 = 4 (3+1) = Ano A
  • 2010 é 2+0+1+0 = 3 = Ano C

São Lucas é o autor do Terceiro Evangelho e também do Livro dos Atos dos Apóstolos. Lucas é médico (cf. Cl 4,14) e acompanhou o Apóstolo Paulo em sua missão. Ele é grego e não conheceu Jesus pessoalmente. Porém, para escrever seu Evangelho, ele fez uma pesquisa muito bem feita (cf. Lc 1,1-4). No esquema de Lucas, o Antigo Testamento foi o tempo da Promessa e da preparação de um povo. Com Jesus temos o anúncio do Reino de Deus. Jesus é o cumprimento das promessas. Em seguida começa o tempo em que o Reino e a mensagem de Jesus devem ir pelo mundo todo. É o tempo da Igreja.

Iremos postar aqui no Blog todos os 24 capítulos do Evangelho de Lucas, um por semana.

Lucas 1

1 Visto que muitos têm empreendido fazer uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, 2 segundo no-los transmitiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e ministros da palavra, 3 também a mim, depois de haver investido tudo cuidadosamente desde o começo, pareceu-me bem, ó excelentíssimo Teófilo, escrever-te uma narração em ordem. 4 para que conheças plenamente a verdade das coisas em que foste instruído. 5 Houve nos dias do Rei Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da turma de Abias; e sua mulher era descendente de Arão, e chamava-se Isabel. 6 Ambos eram justos diante de Deus, andando irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor. 7 Mas não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e ambos avançados em idade. 8 Ora, estando ele a exercer as funções sacerdotais perante Deus, na ordem da sua turma, 9 segundo o costume do sacerdócio, coube-lhe por sorte entrar no santuário do Senhor, para oferecer o incenso; 10 e toda a multidão do povo orava da parte de fora, à hora do incenso. 11 Apareceu-lhe, então, um anjo do Senhor, em pé à direita do altar do incenso. 12 E Zacarias, vendo-o, ficou turbado, e o temor o assaltou. 13 Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias; porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João; 14 e terás alegria e regozijo, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; 15 porque ele será grande diante do Senhor; não beberá vinho, nem bebida forte; e será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe; 16 converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; 17 irá adiante dele no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, a fim de preparar para o Senhor um povo apercebido. 18 Disse então Zacarias ao anjo: Como terei certeza disso? pois eu sou velho, e minha mulher também está avançada em idade. 19 Ao que lhe respondeu o anjo: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para te falar e te dar estas boas novas; 20 e eis que ficarás mudo, e não poderás falar até o dia em que estas coisas aconteçam; porquanto não creste nas minhas palavras, que a seu tempo hão de cumprir-se. 21 O povo estava esperando Zacarias, e se admirava da sua demora no santuário. 22 Quando saiu, porém, não lhes podia falar, e perceberam que tivera uma visão no santuário. E falava-lhes por acenos, mas permanecia mudo. 23 E, terminados os dias do seu ministério, voltou para casa. 24 Depois desses dias Isabel, sua mulher, concebeu, e por cinco meses se ocultou, dizendo: 25 Assim me fez o Senhor nos dias em que atentou para mim, a fim de acabar com o meu opróbrio diante dos homens. 26 Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. 28 E, entrando o anjo onde ela estava disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo. 29 Ela, porém, ao ouvir estas palavras, turbou-se muito e pôs-se a pensar que saudação seria essa. 30 Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. 32 Este será grande e será chamado filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai; 33 e reinará eternamente sobre a casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. 34 Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão? 35 Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus. 36 Eis que também Isabel, tua parenta concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril; 37 porque para Deus nada será impossível. 38 Disse então Maria. Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela. 39 Naqueles dias levantou-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, 40 entrou em casa de Zacarias e saudou a Isabel. 41 Ao ouvir Isabel a saudação de Maria, saltou a criancinha no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo, 42 e exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! 43 E donde me provém isto, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? 44 Pois logo que me soou aos ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria dentro de mim. 45 Bem-aventurada aquela que creu que se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. 46 Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, 47 e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador; 48 porque atentou na condição humilde de sua serva. Desde agora, pois, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 porque o Poderoso me fez grandes coisas; e santo é o seu nome. 50 E a sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. 51 Com o seu braço manifestou poder; dissipou os que eram soberbos nos pensamentos de seus corações; 52 depôs dos tronos os poderosos, e elevou os humildes. 53 Aos famintos encheu de bens, e vazios despediu os ricos. 54 Auxiliou a Isabel, seu servo, lembrando-se de misericórdia 55 (como falou a nossos pais) para com Abraão e a sua descendência para sempre. 56 E Maria ficou com ela cerca de três meses; e depois voltou para sua casa. 57 Ora, completou-se para Isabel o tempo de dar à luz, e teve um filho. 58 Ouviram seus vizinhos e parentes que o Senhor lhe multiplicara a sua misericórdia, e se alegravam com ela. 59 Sucedeu, pois, no oitavo dia, que vieram circuncidar o menino; e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60 Respondeu, porém, sua mãe: De modo nenhum, mas será chamado João. 61 Ao que lhe disseram: Ninguém há na tua parentela que se chame por este nome. 62 E perguntaram por acenos ao pai como queria que se chamasse. 63 E pedindo ele uma tabuinha, escreveu: Seu nome é João. E todos se admiraram. 64 Imediatamente a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; louvando a Deus. 65 Então veio temor sobre todos os seus vizinhos; e em toda a região montanhosa da Judéia foram divulgadas todas estas coisas. 66 E todos os que delas souberam as guardavam no coração, dizendo: Que virá a ser, então, este menino? Pois a mão do Senhor estava com ele. 67 Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou, dizendo: 68 Bendito, seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo, 69 e para nós fez surgir uma salvação poderosa na casa de Davi, seu servo; 70 assim como desde os tempos antigos tem anunciado pela boca dos seus santos profetas; 71 para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam; 72 para usar de misericórdia com nossos pais, e lembrar-se do seu santo pacto 73 e do juramento que fez a Abrão, nosso pai, 74 de conceder-nos que, libertados da mão de nossos inimigos, o servíssemos sem temor, 75 em santidade e justiça perante ele, todos os dias da nossa vida. 76 E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; 77 para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, 78 graças à entrenhável misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto, 79 para alumiar aos que jazem nas trevas e na sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés no caminho da paz. 80 Ora, o menino crescia, e se robustecia em espírito; e habitava nos desertos até o dia da sua manifestação a Israel.


Falta de Fé

Conta-se que um alpinista, desejoso de superar mais e mais desafios, resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o pico mais alto da América do sul: o Aconcágua.

E porque queria a glória só para si, decidiu fazer a escalada sozinho, sem nenhum companheiro.

No dia marcado lá estava ele ao pé da cordilheira dos Andes, onde iniciaria a difícil subida.

O que ele não esperava era que a neblina lhe dificultasse a marcha, mas isso foi inevitável.

E como o alpinista não tinha se preparado para acampar, foi subindo, com a disposição de alcançar o topo. Foi ficando cada vez mais tarde até que escureceu completamente. Não se via absolutamente nada. Não havia lua nem estrelas, só a escuridão como o breu.

Quando o alpinista estava há apenas cem metros do topo, pisou numa pedra falsa, escorregou e caiu... Foi caindo numa velocidade vertiginosa e nada mais enxergava do que a escuridão à sua volta.

Sentia uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da gravidade.

Continuou caindo até que sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade...

Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos, e amarrado uma corda comprida na cintura.

Naqueles momentos de silêncio, suspenso no ar, em completa escuridão, pensou em Deus e resolveu lhe pedir ajuda.

Oh, meu Deus, me ajude!

De repente, ouviu uma voz grave e profunda que parecia lhe falar nas profundezas da alma: o que você quer de mim, meu filho?

Salve-me por favor, respondeu mentalmente.

E a voz insistiu: você acredita mesmo que eu possa lhe salvar?

Eu tenho certeza, meu Deus. Falou o alpinista desesperado.

Então corte a corda que o mantém pendurado, recomendou a voz.

O homem ficou por um momento em silêncio e depois se agarrou à corda com todas as suas forças.

Conta, a equipe de resgate, que no outro dia o alpinista foi encontrado morto, congelado, agarrado com as duas mãos na corda que o mantinha suspenso, há apenas dois metros do chão...

O que ocasionou a falta de fé daquele alpinista, foi a falta de visão.

Se o sol estivesse clareando à sua volta, ele perceberia que cortando a corda estaria a salvo, mas isso não aconteceu.

Comparando a claridade do sol com a luz do conhecimento, entenderemos porque a nossa fé é ainda vacilante.

Quando iluminamos a fé com a luz da razão, ela se torna tão firme que nada nem ninguém nos poderá tirá-la.

E se é balizada pelo conhecimento se torna capaz de transportar montanhas e remover qualquer obstáculo, porque deixa de ser uma crença vaga, para ser uma convicção inabalável.

Assim, quando buscamos estudar e compreender as leis que regem a vida, como a imortalidade da alma, por exemplo, adquirimos uma segurança tão firme que nem a morte do corpo físico nos abala, por termos a certeza de que apenas saímos do corpo, sem sair da vida.

***

Graças à fé inabalável na vida após a morte, foi que os primeiros cristãos se entregaram ao martírio louvando a Deus em cânticos de gratidão...

Foi pela confiança integral no pai, que Jesus se entregou totalmente ao sacrifício, sem mágoa nem culpa, de modo a ensinar-nos que a fé é a ponte divina por onde transitaremos de nossa pequenez na direção da liberdade total e grandiosa, em nossa escalada para Deus.

Fonte: Momento de Reflexão

segunda-feira, 1 de março de 2010

O Caminho da Cruz

Encontro da Crisma do dia 28 de fevereiro de 2010. Tema: O Caminho da Cruz.


Os valores mais cobiçados pelo homem estão ligados a bens materiais, status, sucesso... E a verdadeira missão fica esquecida. A leitura em 1 Cor 1, 18-25 (feita durante a realização do encontro do último domingo) nos mostra que a cruz em que Jesus Cristo foi sacrificado para a salvação da humanidade era símbolo de fraqueza, fracasso e vergonha, pois nela eram executados os criminosos. Ao mesmo tempo, ela é o símbolo da fidelidade de Cristo a Deus. Tal contradição nos faz lembrar que é na nossa fraqueza que descobrimos o quão forte podemos ser.
Ao lembrarmos da imagem de Jesus crucificado (que para a sociedade da época podia ser motivo de desprezo) percebemos o tamanho de sua força, que em momento algum pensou em abandonar a missão dada pelo Pai.
O projeto de Deus para a vida de Jesus foi elaborado antes mesmo de Maria dar o seu “SIM” ao Salvador. Da mesma forma acontece com cada um de nós. “Deus só nos entrega a cruz que podemos carregar”.
E quantas vezes achamos que essa cruz é pesada demais para os nossos braços? Quantas vezes pensamos em desistir de nossas missões por achar que tudo podia ser mais fácil?
Muitas vezes esquecemos que nada acontece por acaso. Esquecemos que antes mesmo de sermos gerados no ventre de nossas mães, Deus já sabia de tudo a nosso respeito. Ele sabia quando nasceríamos, qual seria o nosso nome, Ele sabia sobre cada pessoa que entraria em nossas vidas, sabia de cada pedra que existiria em nosso caminho, sabia o momento exato em que cada coisa aconteceria em nossa vida e, dentre muitas outras coisas, Ele sabia da força que cada um teria para assim nos entregar a nossa cruz.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Bom dia a todos, informamos aos interessados que o nosso Blog está passando por um periodo de atualizações. Estamos aumentando a nossa equipe para podermor manter o blog sempre atualizado.
Caso algum de vocês leitores queiram colaborar com o nosso Blog, entre em contato e venha fazer parte da Familia Tudo Junto e Misturado.

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Abraço e a Paz de Cristo